hisham hm

🔗 Receita de frango ao curry

Ingredientes:

* 400g de peito de frango
* 1 caixinha de creme de leite (200 ml)
* 3 colheres de sopa de curry
* 1 colher de sopa de açafrão
* 2 colheres de sopa de açúcar mascavo
* 2 colheres de sopa de shoyu
* 1 copo de água filtrada
* 2 colheres de sopa de manteiga
* 1 pitada de pimenta-do-reino
* cebola e alho a gosto (a receita original listava 2 cebolas pequenas e 3 dentes de alho)

Modo de Preparo:

* Corte o frango em cubinhos.
* Coloque a cebola e o alho para fritar na manteiga (quando a cebola começar a amolecer, acrescente o alho)
* Quando o alho começar a cheirar, acrescente o curry, a pimenta, o açafrão e o frango.
* Refogar mexendo por cerca de 3 minutos.
* Acrescentar o açúcar mascavo e mexer novamente.
* Acrescente a água, aos poucos, sempre mexendo.
* Acrescente o shoyu (a receita original não dizia em que passo acrescentar o shoyu)
* Deixar cozinhar em fogo médio, até reduzir a água e formar um molho um pouco mais grosso (cerca de 15 minutos, depende do fogão).
* Experimente o frango para ver se ficou bem cozido (o frango, quando cozido, reduz bastante seu tamanho original).
* Acrescente o creme de leite, mexendo sempre e baixe o fogo.
* Cozinhe por cerca de 2 minutos, ou até o creme aquecer.
* Sirva com arroz.

Fonte: https://cozinhadaraquel.blogspot.com/2006/08/frango-ao-curry-com-creme-de-leite.html

🔗 Receita de bife à milanesa de forno

Ingredientes

Modo de Preparo

Tempere os bifes com o alho, sal e pimenta do reino. Passe os bifes no ovo ligeiramente batido e depois na farinha de rosca. Coloque um uma assadeira bem untada. Em forno pré-aquecido, coloque a assadeira no forno por 15 minutos, vire os bifes e asse por mais 15 minutos.
Sugestão: polvilhe com salsa.

🔗 Terça-feira, 7 de março

Estava entre Ipanema e Leblon. Entrei numa banca de jornal, pela primeira vez em muito tempo, movido por pura curiosidade de olhar as revistas, além das capas de Veja, IstoÉ e Carta Capital que eu vejo penduradas todo dia. Fiquei me perguntando quem compra as revistas de dentro da banca hoje e quais revistas eu encontraria lá dentro.

Meu olho foi correndo meio a esmo. No fundo eu queria saber se acharia uma Guitar World, como as que o meu irmão mais velho comprava quando eu era criança, mas não achei.

A prateleira da altura dos olhos (sempre a mais importante no comércio, aprendi pequeno em casa) é tomada por revistas de palavras cruzadas da Coquerel.

Um livrinho “Old Games” exibia um grande logo do MSX. Dizia “436 jogos”. Fiquei imaginando se sairia uma edição do Apple II.

Num canto, os quadrinhos de faroeste do Tex. Quando eu era criança, elas já ficavam num canto da banca. Quando eu era criança, eu já me perguntava “quem diabos compra revistas do Tex?”

Revistas de mangá. Muitos mangás. Acho que tantos quanto revistas de palavras cruzadas. Esses não existiam na banca quando eu era criança.

Olho pra baixo, e pra minha surpresa aonda existe Disney Especial. “Os Cineastas”. Quando eu era criança muitas dessas edições já eram reedições do tempo que os meus irmãos mais velhos eram crianças.

Minha jornada nostálgica à infância é interrompida quando uma voz pergunta ao jornaleiro, que estava tranquilamente me ignorando atrás do balcão:

“Tem seda?”

Era um guri loirinho de cabelos cacheados, camiseta de uniforme de colégio particular, nenhum fio de barba no rosto, guiando uma bicicleta elétrica. Ele e o jornaleiro trocaram duas frases, acho que sobre o tipo de seda, não entendi direito, logo ele partiu.

Fui embora da banca. Não comprei nada, mas saí de lá me sentindo ao mesmo tempo velho e criança.

🔗 Receita de hummus

Para cada lata de grão de bico meio limão e duas colheres cheias de tahine um dentinho de alho e sal a gosto.

Botar tudo no liquidificador e bater.

🔗 Quarta-feira, 31 de agosto

Andando pela Marquês de Abrantes, eu paro porque vejo uma multidão, a uma boa distância, olhando para um ponto. Algo aconteceu.

Assalto? Briga? Melhor ficar longe. Eu vou perguntar pro jornaleiro e reparo que ele está rindo da cena.

“Um cara aí desandou a gritar, aí atravessou a rua e foi se estranhar com outro que gritou de volta, contra a Dilma, a favor da Dilma, uma confusão!”

Eu tento identificar a confusão de longe pra ver se está tranquilo passar, mas já parece dispersa.

O jornaleiro diz: “ó, la vem ele!”

Um homem branco de terno e gravata, de uns 40 anos, com um sorriso de ponta a ponta, levando de mãos dadas a esposa, quieta. Ele segue balançando a outra mão pro alto e gritando pela rua “Quem votou em Dilma, votou em Temer!”, repetindo sem parar.


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